O senador Rogério Marinho (PL) relembrou o período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve preso para questionar as atuais restrições impostas a Jair Bolsonaro, que está impedido de se encontrar com o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL), por 90 dias. Marinho apontou que, mesmo detido por condenações de corrupção e lavagem de dinheiro, Lula manteve articulação política ativa e liderou o PT de dentro da prisão.
Durante o encarceramento, Lula recebeu visitas frequentes de ao menos 15 aliados políticos e escrevia cartas sem censura. Entre os visitantes estava Fernando Haddad (PT), indicado pelo ex-presidente como candidato à presidência, e Flávio Dino, então governador do Maranhão, que o visitou em maio de 2019. O fluxo de visitas na cela foi autorizado por Ricardo Lewandowski, que posteriormente assumiu o Ministério da Justiça no governo do próprio Lula.
A lista de políticos que visitaram Lula na prisão inclui nomes do PT como Fátima Bezerra, Wellington Dias, Camilo Santana, Jaques Wagner, Rui Costa e Gleisi Hoffmann. Integrantes de outros partidos, como Manuela d’Ávila (PCdoB), Guilherme Boulos (PSOL), Renan Calheiros (MDB), Roberto Requião (MDB) e Jandira Feghali (PCdoB), também compareceram ao local. O petista também recebeu visitas de lideranças internacionais amparadas por decisões judiciais, como os políticos argentinos Alberto Fernández e Pérez Esquivel.







