A população estimada de Santa Catarina cresceu 1,5% entre 2025 e 2026, atingindo 8.312.759 habitantes. O ritmo de crescimento do estado foi o segundo maior do país, ficando atrás apenas de Roraima, que registrou alta de 3%. Os dados constam na Estimativa Populacional divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com data de referência em 1º de julho de 2026.
Com o resultado, Santa Catarina repete o desempenho do ano anterior, quando também figurou na segunda colocação nacional. Na comparação absoluta com 2025 — quando contabilizava 8,1 milhões de moradores —, o estado incorporou 125,7 mil pessoas. No ranking geral dos estados mais populosos, manteve-se na 10ª posição, logo atrás do Pará (8,7 milhões). Os números do IBGE servem de referência para o Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo dos fundos de participação e para indicadores socioeconômicos.
Entre os municípios catarinenses, Itapoá liderou o crescimento porcentual, com expansão de 4%, seguido por Passo de Torres (+3,78%) e Barra Velha (+3,77%). No grupo das cidades com mais de 100 mil habitantes, Camboriú teve a maior alta (+3,17%, somando 121 mil moradores), à frente de Palhoça (+3%, com 261 mil) e Itajaí (+2,5%, com 302,2 mil).
Na outra ponta da tabela, Xavantina apresentou a maior redução populacional, perdendo 121 moradores (-3,3%) e caindo para 3.462 habitantes. Em seguida surgem Coronel Martins (-1,5%, para 1.959) e Romelândia (-1,7%, para 4,6 mil).
No panorama nacional, a variação populacional estimada nos demais estados e no Distrito Federal apresentou o seguinte comportamento: Mato Grosso (+1,46%), Goiás (+0,96%), Amazonas (+0,91%), Mato Grosso do Sul (+0,74%), Tocantins (+0,58%), Espírito Santo (+0,58%), Pará (+0,52%), Paraná (+0,52%), Paraíba (+0,44%), Distrito Federal (+0,44%), Amapá (+0,43%), Acre (+0,39%), Ceará (+0,36%), Sergipe (+0,34%), Minas Gerais (+0,31%), Rondônia (+0,31%), Rio Grande do Norte (+0,25%), Piauí (+0,24%), Pernambuco (+0,22%), São Paulo (+0,21%), Bahia (+0,12%), Maranhão (+0,09%), Alagoas (+0,01%), Rio de Janeiro (+0,01%) e Rio Grande do Sul (+0,00%).







