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Pesquisa aponta que abrir o próprio negócio é principal meta de moradores de favelas

Pesquisa Data Favela mostra que 38% dos moradores de favelas querem abrir o próprio negócio e 41% pretendem organizar a vida financeira em 2026.

Pesquisa aponta que abrir o próprio negócio é principal meta de moradores de favelas

Pesquisa Data Favela mostra que 38% dos moradores de favelas querem abrir o próprio negócio e 41% pretendem organizar a vida financeira em 2026.
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Abrir o próprio negócio é o principal objetivo declarado por moradores de favelas e comunidades urbanas para 2026, segundo a pesquisa Data Favela em parceria com a Data Goal. O levantamento mostra que 38% dos entrevistados pretendem empreender no próximo ano.

Outros 24% afirmaram desejar trabalhar com o que gostam, enquanto 16% apontaram como meta a aprovação em concurso público. A pesquisa ouviu 4.471 pessoas por meio de questionário aplicado via WhatsApp, com participantes das cinco regiões do país e maior concentração no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Na área financeira, 41% disseram ter como meta organizar melhor a vida econômica. Limpar o nome foi citado por 37% dos entrevistados, enquanto 7% afirmaram querer evitar novas dívidas. Entre os objetivos relacionados à moradia e à família, 31% desejam melhorar a casa e 22% apontaram a busca por saúde de qualidade.

A educação também aparece como instrumento de mobilidade social. Do total, 12% disseram querer que os filhos ingressem na universidade e 13% afirmaram ver na educação uma forma de melhorar de vida.

No mercado de trabalho, 25% dos entrevistados possuem carteira assinada e 34% atuam na informalidade. Além disso, seis em cada dez afirmaram não ter renda fixa. Na área de segurança pública, 47% apontaram como prioridade o direito de circular com tranquilidade, enquanto 29% defenderam a redução da violência e 17% citaram a necessidade de policiamento mais respeitoso.

Ao tratar das políticas públicas consideradas prioritárias, 65% dos entrevistados defenderam ações voltadas à geração de emprego e renda.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que 16,4 milhões de brasileiros vivem em favelas e comunidades urbanas. O estudo também avaliou a percepção sobre serviços essenciais, como transporte, saúde, educação e infraestrutura. Mais de 43% classificaram essas áreas como regulares.

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