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Israel condena militares por destruição de estátua de Jesus no Líbano

Israel condena militares por destruição de estátua de Jesus no Líbano. Benjamin Netanyahu repudiou o ato e reafirmou valores de tolerância e respeito mútuo.

Israel condena militares por destruição de estátua de Jesus no Líbano

Israel condena militares por destruição de estátua de Jesus no Líbano. Benjamin Netanyahu repudiou o ato e reafirmou valores de tolerância e respeito mútuo.
Foto: REUTERS/Nathan Howard/Pool.

As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram nesta terça-feira, 21, a condenação de um soldado a 30 dias de prisão militar e a suspensão de suas atividades na linha de frente após a destruição de uma estátua de Jesus Cristo. O incidente ocorreu na vila de Debel, no sul do Líbano. A punição também foi aplicada ao militar responsável por filmar o ato.

De acordo com as investigações oficiais, o soldado utilizou um martelo para golpear o rosto da imagem, que já havia sido retirada de seu pedestal e estava caída em frente a uma igreja local. Outros seis militares que testemunharam a ação sem intervir foram convocados pelas autoridades e podem sofrer sanções adicionais. Em nota oficial, as FDI declararam que a conduta foi totalmente contrária às ordens e aos valores da instituição, expressando profundo pesar e o compromisso de trabalhar com a comunidade local para a substituição do monumento.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu repudiou o ocorrido publicamente. O premiê afirmou condenar o ato nos termos mais enérgicos, ressaltando que tais atitudes ferem os valores judaicos de tolerância e respeito mútuo. Netanyahu também manifestou lamento pelos danos causados aos fiéis cristãos no Líbano e em todo o mundo.

O sacerdote Fadi Falfel, que atua na região atingida, informou que a estátua pertencia a um santuário privado mantido por uma família local. Paralelamente, a Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa (ACOHL) manifestou-se exigindo medidas disciplinares imediatas e determinantes. A entidade destacou que episódios de profanação de símbolos religiosos comprometem a dignidade e o respeito pelo sagrado. Com a aplicação das penas militares e o posicionamento do governo, as investigações sobre o caso foram formalmente encerradas.

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