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Candidato com nanismo volta a ser reprovado em TAF após decisão de Moraes

Candidato com nanismo é reprovado novamente em teste físico para delegado após reaplicação determinada por Alexandre de Moraes

Candidato com nanismo volta a ser reprovado em TAF após decisão de Moraes

Candidato com nanismo é reprovado novamente em teste físico para delegado após reaplicação determinada por Alexandre de Moraes

O candidato Matheus Menezes Matos, de 25 anos, voltou a ser reprovado no Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado substituto da Polícia Civil de Minas Gerais, mesmo após nova aplicação da prova determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Portador de nanismo, o candidato havia sido eliminado inicialmente no teste de salto horizontal, que exigia distância mínima de 1,65 metro. Ele concorria às vagas destinadas a pessoas com deficiência e havia solicitado adaptações mediante apresentação de laudo médico.

Alexandre de Moraes anulou a primeira eliminação e determinou a reaplicação do exame com adaptações adequadas. Na decisão, o ministro afirmou que a banca examinadora contrariou entendimento do Supremo Tribunal Federal ao negar tratamento diferenciado previsto para candidatos com deficiência.

O magistrado também entendeu que não ficou comprovada a indispensabilidade do teste de salto horizontal para o exercício do cargo de delegado.

Posteriormente, Moraes ampliou a decisão para incluir também a prova de corrida de 12 minutos, determinando que a Fundação Getulio Vargas (FGV) observasse o entendimento do STF em todas as etapas do TAF destinadas a candidatos com deficiência.

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