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Uso intenso de anabolizantes marca caso de fisiculturista morto aos 22 anos

Uso de anabolizantes e insulina ganha atenção após morte do fisiculturista Gabriel Ganley, o “Bebezinho”, aos 22 anos.

Uso intenso de anabolizantes marca caso de fisiculturista morto aos 22 anos

Uso de anabolizantes e insulina ganha atenção após morte do fisiculturista Gabriel Ganley, o “Bebezinho”, aos 22 anos.

O fisiculturista e influenciador digital Gabriel Ganley, conhecido nas redes sociais como “Bebezinho”, morreu aos 22 anos no sábado, 23 de maio de 2026, em sua residência em São Paulo. O caso passou a chamar atenção pelo histórico de uso intenso de anabolizantes, hormônios e outras substâncias relatado publicamente pelo próprio atleta.

Segundo a Polícia Civil, o corpo foi encontrado na cozinha da residência por um amigo, sem sinais aparentes de violência. O caso foi registrado como “morte suspeita/súbita” e segue sob investigação. Medicamentos e substâncias foram apreendidos no local para perícia.

Ganley falava abertamente nas redes sociais sobre o uso de múltiplos hormônios androgênicos, insulina para fins anabólicos, isotretinoína — conhecida comercialmente como Roacutan — e mais de 50 cápsulas manipuladas por dia. O influenciador também relatava episódios recorrentes de hipoglicemia após aplicações de insulina sem ingestão adequada de carboidratos.

Em vídeos publicados na internet, o atleta descreveu sintomas como confusão mental, tremores, suor excessivo, dificuldade para falar e perda temporária de memória após o uso da substância. A principal hipótese discutida em reportagens sobre o caso é a de uma hipoglicemia severa, embora ainda não exista confirmação oficial da causa da morte.

A morte ocorreu menos de um ano após Gabriel intensificar o uso de hormônios para competir na categoria Open do fisiculturismo.

O influenciador Renato Cariani comentou o caso e afirmou que Ganley tinha receio de desenvolver doenças que o impedissem de competir. Ele também alertou sobre os riscos de protocolos extremos de preparação física.

Até o momento, não há indícios de crime. Os laudos toxicológico e necroscópico ainda são aguardados pela investigação.

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