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Relatório diz que China tem base militar secreta no Brasil

Relatório do Congresso dos Estados Unidos afirma que o Brasil abriga instalação ligada à China em Salvador e cita parceria com universidades federais.

Relatório diz que China tem base militar secreta no Brasil

Relatório do Congresso dos Estados Unidos afirma que o Brasil abriga instalação ligada à China em Salvador e cita parceria com universidades federais.
Foto: Reprodução/Poder Aéreo

Um relatório de um comitê do Congresso dos Estados Unidos dedicado a monitorar a China afirma que o Brasil abriga uma instalação classificada como base militar chinesa “não oficial”. Segundo o documento, a chamada Estação Terrestre de Tucano estaria localizada em Salvador, na sede da empresa brasileira Ayla Space, que mantém parceria com a companhia chinesa Beijing Tianlian Space Technology.

Conforme o relatório, a estrutura é voltada à análise de dados de satélites e teria capacidade de rastrear objetos espaciais em tempo real e identificar ativos militares estrangeiros na América do Sul. O documento afirma ainda que a instalação pode permitir à China observar e influenciar a doutrina espacial militar brasileira, além de estabelecer presença estratégica em uma região considerada relevante para os interesses de segurança dos Estados Unidos.

O texto também cita outra instalação em território brasileiro: o Laboratório Conjunto China-Brasil para Tecnologia em Radioastronomia, localizado na Serra do Uruba, na Paraíba. O projeto resulta de uma parceria firmada em 2025 entre um instituto chinês ligado à área de comunicações e as universidades Universidade Federal de Campina Grande e Universidade Federal da Paraíba. Segundo o relatório, o laboratório é voltado à pesquisa em radioastronomia, mas as tecnologias envolvidas podem ter aplicações de uso duplo, incluindo potencial emprego em atividades de inteligência militar.

O comitê afirma ainda que a China possui ao menos dez instalações classificadas como secretas na América do Sul. Conforme a avaliação, essas estruturas fazem parte de uma estratégia mais ampla de ampliar influência regional por meio de investimentos em setores tecnológicos considerados sensíveis, criando condições para uso futuro dessas infraestruturas em favor de interesses estratégicos chineses.

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