O governo do Estado do Rio de Janeiro anunciou o plano de segurança para o Rock in Rio, que contará com mais de 7 mil agentes públicos e 1,6 mil profissionais de segurança privada. O anúncio foi feito no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC). A principal novidade é um sistema de defesa do espaço aéreo, fornecido pelo festival, para identificar e responsabilizar operadores de drones não autorizados, que poderão responder administrativa e criminalmente.
O efetivo mobilizado inclui 4.500 policiais militares, 1.740 policiais civis, 700 agentes da Operação Lei Seca, 600 bombeiros e 140 agentes de trânsito. A estrutura do evento terá um centro de controle móvel no BRT Parque Olímpico, posto de atendimento ao turista e oito torres de vigilância no entorno. Dentro da Cidade do Rock, atuará um posto avançado da 16ª DP (Barra da Tijuca), além de agentes disfarçados entre o público e seis totens para registro digital de ocorrências simples.
O Corpo de Bombeiros atuará na vistoria de palcos e estruturas temporárias, testes de rotas de emergência e simulações de resgate. Na área de trânsito, serão implantados 16 pontos de bloqueio viário nas imediações do Parque Olímpico.
O festival ocorrerá nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, com expectativa de receber 100 mil pessoas por dia e abertura dos portões às 14h. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o evento deve movimentar R$ 3,3 bilhões na economia carioca — um crescimento de 14% em relação a 2024 — e gerar 33,9 mil empregos diretos e indiretos, atordoando uma taxa de visitantes em que mais da metade é composta por turistas.







