O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem monitorado a crise instaurada no Supremo Tribunal Federal (STF) e avalia a aplicação de novas sanções contra autoridades brasileiras. O ministro Alexandre de Moraes figura entre os principais nomes observados, mas outros integrantes da Corte também estão sob análise.
Segundo o portal Conexão Política, uma alta autoridade do Departamento de Estado, medidas específicas já foram elaboradas e encontram-se prontas para uma eventual adoção. Contudo, a decisão final depende de Trump e não há um cronograma definido para a aplicação de sanções.
Washington concentra suas atenções na sessão extraordinária do STF marcada para próxima terça-feira (15/09). Na ocasião o plenário avaliará a possibilidade de investigação do ministro Alexandre de Moraes devido as suas relações com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. A sessão representará mais um capítulo da maior crise interna da história do STF.
Autoridades americanas pretendem acompanhar os votos e manifestações durante a sessão, cujo resultado servirá de elemento para avaliar os próximos passos de Washington em relação aos magistrados brasileiros. Entre os instrumentos em estudo está uma nova aplicação da Lei Global Magnitsky. Moraes já sofreu sanções com base nessa legislação em julho de 2025, o que resultou no bloqueio de eventuais bens sob jurisdição dos EUA e em restrições para transações com pessoas e empresas americanas.







