Uma reportagem exibida pelo programa Balanço Geral denunciou a realização de um evento chamado “Baile da Tábua” em comunidades da cidade de São Paulo. Conforme a reportagem da emissora, o “Baile” consistiria na separação de homens e mulheres em lados opostos de uma estrutura de madeira, sem contato visual entre si, para realização de atos sexuais, o que dificultaria a identificação dos participantes. A reportagem indicou possíveis casos de gravidez sem identificação da paternidade, o que teria motivado o uso da expressão “filhos da madeira”. A apuração apontou ainda a presença de adolescentes entre os envolvidos.
Até o momento, contudo, autoridades policiais e órgãos públicos não confirmaram a veracidade da prática nem registraram ocorrências oficiais sobre o caso. Diante das informações veiculadas, especialistas reforçam a necessidade de proteção a menores em situação de vulnerabilidade. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece diretrizes para assegurar os direitos e a segurança desse público. Denúncias de violações podem ser reportadas a órgãos competentes, como o Conselho Tutelar e o Ministério Público.







