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Santa Catarina arrecada em 2025 R$ 32 milhões através do trabalho prisional remunerado

Santa Catarina arrecadou R$ 32 milhões em 2025 com trabalho prisional, modelo que une ressocialização, parcerias e redução de custos do sistema penitenciário.

Santa Catarina arrecada em 2025 R$ 32 milhões através do trabalho prisional remunerado

Santa Catarina arrecadou R$ 32 milhões em 2025 com trabalho prisional, modelo que une ressocialização, parcerias e redução de custos do sistema penitenciário.
Fotos: Eduardo Valente / GovSC

Um total de R$ 32 milhões. Este foi o valor arrecadado pelo estado de Santa Catarina em 2025 com o trabalho remunerado de pessoas privadas de liberdade. O dado expressivo evidencia não apenas o impacto econômico da política de trabalho prisional, mas também o fortalecimento de um modelo que alia ressocialização, geração de renda e parcerias com a iniciativa privada e o poder público.

Santa Catarina é o estado do Brasil que mais tem preso trabalhando. R$ 32 milhões é o custo do elevado que entregamos no fim de dezembro em Maravilha. É metade do custo da triplicação da SC-401, uma das rodovias mais movimentadas do estado. Para 2026, a meta é ampliar esse número e colocar mais presos trabalhando para fazer render mais e melhor”, destacou o governador Jorginho Mello.

O resultado financeiro reflete uma política pública que permite ao Estado reduzir despesas diretas com o sistema prisional. Ao gerar recursos próprios, o trabalho dos apenados diminui a necessidade de aportes do orçamento estadual, liberando verbas para outras áreas da administração pública. Além do impacto fiscal, o trabalho prisional é regulamentado pela Lei de Execução Penal, garante remuneração aos apenados e possibilita a remição de pena, com o abatimento de um dia da sentença a cada três dias trabalhados.

Atualmente, Santa Catarina conta com mais de 200 convênios ativos em todo o estado, envolvendo empresas privadas, prefeituras, o governo estadual e empresas de economia mista. As parcerias viabilizam atividades laborais nas unidades prisionais e resultam em mais de 10 mil presos trabalhando de forma remunerada.

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