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Brasil: Rejeição de Lula entre evangélicos atinge 90% e ameaça planos eleitorais da esquerda

Lula registra 90% de desaprovação entre evangélicos, aponta AtlasIntel. Movimento de lideranças religiosas busca ampliar rejeição antes das eleições de outubro.

Brasil: Rejeição de Lula entre evangélicos atinge 90% e ameaça planos eleitorais da esquerda

Lula registra 90% de desaprovação entre evangélicos, aponta AtlasIntel. Movimento de lideranças religiosas busca ampliar rejeição antes das eleições de outubro.
Foto: Adriano Machado/Reuters

Dados recentes do instituto AtlasIntel/Bloomberg indicam que a desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu o patamar de 90% entre o eleitorado evangélico. O cenário, que aponta para um desgaste contínuo, tem sido amplificado por uma mobilização coordenada de lideranças religiosas, influenciadores e artistas do segmento gospel nas redes sociais.

As campanhas digitais promovidas por esses grupos listam ações da esquerda que seriam contrárias aos princípios cristãos. O objetivo declarado de parte desses movimentos é elevar o índice de rejeição para 100%, buscando isolar a base lulopetista neste ano eleitoral.

O grupo evangélico é um dos pilares decisivos da demografia brasileira, somando atualmente mais de 50 milhões de pessoas, o que representa cerca de 30% da população nacional. A resistência ao atual governo, que já era acentuada na disputa de 2022 contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, aprofundou-se no início do terceiro mandato.

Analistas de mercado e especialistas apontam que a deterioração da imagem de Lula deve-se tanto à condução administrativa quanto a declarações de aliados e medidas governamentais interpretadas como ofensivas aos valores do segmento. O crescimento da desaprovação, que avançou de forma constante ao longo de 2023, projeta um cenário desafiador para Lula. Estimativas indicam que a rejeição pode alcançar 95% entre os fiéis até outubro, o que, segundo avaliações técnicas, tornaria uma eventual tentativa de reeleição praticamente inviável.

A convergência de opinião dentro das diversas denominações evangélicas fortalece o peso do grupo não apenas na disputa presidencial, mas também na definição de cenários estaduais. O comportamento de voto em bloco é destacado por jornais e revistas como um dos fatores determinantes para o resultado das urnas, dada a capacidade de mobilização e influência interna do setor.

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