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Articulações para o Governo de Minas dividem direita e provocam trocas partidárias

Eleições 2026 em Minas: Rodrigo Pacheco migra para o PSB enquanto direita se divide entre Mateus Simões, Cleitinho Azevedo e novos nomes do PL para o governo.

Articulações para o Governo de Minas dividem direita e provocam trocas partidárias

Eleições 2026 em Minas: Rodrigo Pacheco migra para o PSB enquanto direita se divide entre Mateus Simões, Cleitinho Azevedo e novos nomes do PL para o governo.
Foto: Divulgação/OGE-MG Leia mais em: https://veja.abril.com.br/brasil/os-planos-de-mateus-simoes-para-o-governo-de-minas-gerais/

O cenário político em Minas Gerais para as eleições de 2026 apresenta forte fragmentação na base de direita e movimentações estratégicas nos principais partidos. O governador Mateus Simões (PSD) enfrenta dificuldades para consolidar uma frente unificada, enquanto o senador Rodrigo Pacheco oficializou sua migração para o PSB para disputar o Palácio Tiradentes.

A tentativa de Simões de unir a direita em torno de sua candidatura pelo PSD sofreu um revés com a resistência de aliados. No Republicanos, o senador Cleitinho Azevedo, que lidera pesquisas, mantém pré-candidatura própria e críticas à gestão estadual. Já o PL, após diálogos com o deputado Nikolas Ferreira, filiou o empresário Flávio Roscoe, sinalizando uma via alternativa.

A divisão é acentuada pelo cenário nacional – enquanto Romeu Zema (Novo) mantém o projeto de ser candidato à Presidência, com apoio de Simões, o PL e o Republicanos defendem o nome de Flávio Bolsonaro. Diante do impasse, o grupo de Bolsonaro optou por ter palanque próprio no estado.

No PSD, a situação interna é complexa. A filiação do senador Carlos Viana, que deve disputar a reeleição, ocupou uma vaga anteriormente oferecida ao PL. Paralelamente, o ministro Alexandre Silveira (PSD) afirmou que não deixará a legenda, apesar de não ter avalizado a entrada de Simões para a disputa ao governo. Silveira, defensor da reeleição de Lula, enfrenta o desafio de estar em um partido que fará oposição ao presidente, sustentando uma posição de aliança informal entre o governo federal e o estadual.

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