O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, sinalizou uma defesa da instituição de mandatos para cortes superiores a partir da segunda instância. A medida consta em resolução da Executiva Nacional da legenda, aprovada em reunião realizada no dia 10 de setembro.
Edinho também defendeu a ampliação da presença da sociedade civil e de seus assentos nos órgãos de fiscalização, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), embora não tenha especificado o tempo de duração dos mandatos propostos. Em junho, ele havia afirmado que a criação de mandatos para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) não era prioridade, mas agora pondera que o cenário se transformou devido à atual crise institucional. Ele destacou a necessidade de buscar saídas para estabilizar a democracia e evitar experiências trágicas, ressaltando que a sociedade brasileira historicamente rejeita aventuras.
A movimentação ocorre em meio à apreensão no PT quanto aos reflexos da crise do STF na campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reta final anterior ao primeiro turno. Integrantes da sigla relatam receio com a imprevisibilidade do atual cenário.







