O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o país está “próximo de concluir” os objetivos estratégicos centrais na guerra contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro.
Durante discurso, Trump afirmou que as forças americanas e seus aliados têm obtido avanços significativos nas últimas semanas, classificando os ataques como “rápidos, decisivos e avassaladores”. Segundo ele, a capacidade militar iraniana foi severamente afetada, incluindo estruturas ligadas a mísseis, drones e comando estratégico.
Apesar do tom otimista, o presidente não apresentou um cronograma claro para o encerramento do conflito. Ele indicou, no entanto, que novas ofensivas podem ocorrer nas próximas duas a três semanas, caso não haja avanço nas negociações.
Trump também reiterou que os Estados Unidos não permitirão que o Irã desenvolva armas nucleares e destacou ações anteriores, como a saída do acordo nuclear firmado no governo de Barack Obama e a operação que resultou na morte do general Qassem Soleimani, em 2020.
Por outro lado, avaliações de agências de inteligência americanas indicam que o governo iraniano não estaria disposto a negociar de forma substancial neste momento, segundo reportagem do The New York Times.
Autoridades iranianas, por sua vez, negam negociações diretas com Washington e condicionam qualquer avanço a um cessar-fogo garantido. O país também afirma estar preparado para responder a novos ataques.
O conflito também impacta o cenário econômico global. O fechamento do Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial — elevou os preços da commodity nos mercados internacionais.







