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Após o carnaval, casos de MPox já ultrapassam 80 em todo o Brasil

Ministério da Saúde confirma 81 casos de Mpox no Brasil, com registros em seis estados e maioria dos quadros leves a moderados.

Após o carnaval, casos de MPox já ultrapassam 80 em todo o Brasil

Ministério da Saúde confirma 81 casos de Mpox no Brasil, com registros em seis estados e maioria dos quadros leves a moderados.
Foto: JUN LI/Getty Images

O Ministério da Saúde confirmou, até o momento, 81 casos de Mpox em todo o Brasil. Até o momento seis estados tem registros de casos da doença – São Paulo, Rio de Janeiro, Rondônia, Distrito Federal, Paraná e Minas Gerais. Conforme as autoridades sanitárias, a maioria dos pacientes diagnosticados tem sintomas considerados de grau leve a moderado. Não há registro de situações graves ou mortes devido a complicações da doença;

O estado de São Paulo lidera o número de infectados, com 57 ocorrências, seguido pelo Rio de Janeiro, com 13. Em seguida vem o distante estado de Rondônia, com quatro casos, Minas Gerais, com três episódios confirmados na região metropolitana de Belo Horizonte, Rio Grande do Sul, com dois casos, e Distrito Federal e Paraná, ambos com um caso cada um.

Os sintomas mais comuns são febre, dores de cabeça e pelo corpo e erupções na pele em formato de bolhas. Na maior parte dos casos a evolução da doença é leve, mas, a depender da imunidade e das condições de saúde, o quadro pode complicar e até mesmo evoluir para óbito. Estima-se que até 10% dos pacientes possam morrer devido a complicações. A recomendação é que, diante de sintomas suspeitos, o indivíduo evite contato com outras pessoas e busque atendimento médico.

O Ministério da Saúde afirma que segue monitorando os episódios e pontua que o SUS está preparado para fazer o diagnóstico e prestar socorro a pessoas com o teste positivo. Desde 2022, casos de mpox vêm sendo detectados pelo país regularmente, embora não tenha havido um disparo em nível epidêmico. Devido aos riscos da infecção e à possibilidade de mutações virais, as autoridades sanitárias continuam mantendo medidas de vigilância sobre o patógeno.

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