Santa Catarina encerrou 2025 com a menor taxa de desemprego do país, mantendo a liderança nacional nos quatro trimestres consecutivos. No quarto trimestre, o índice de desocupação ficou em 2,2%, bem abaixo da média brasileira, que foi de 5,1%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE.
O número de pessoas sem trabalho no estado caiu 19% em relação ao mesmo período de 2024, passando de 122 mil para 99 mil. Ao mesmo tempo, a população ocupada cresceu 1,5%, refletindo a expansão das oportunidades no mercado de trabalho catarinense.
A renda média também apresentou avanço significativo. O rendimento habitual chegou a R$ 4.131, valor 17,8% superior à média nacional. Já o crescimento real da renda, descontada a inflação, foi de 7,8%, superando o desempenho do Brasil (5,1%), da Região Sul (6,5%) e do Sudeste (4,2%).
Entre os setores, transporte, armazenagem e correio se destacou, com rendimento médio de R$ 4.223.
Outro indicador relevante foi a taxa composta de subutilização da força de trabalho, que ficou em 4,4% em Santa Catarina, menos de um terço da média nacional de 13,9%. O índice inclui pessoas desocupadas, subocupadas e aquelas que desistiram de procurar emprego.
O estado também registrou o menor percentual de desalentados do país, com apenas 0,3%, reforçando o cenário de forte absorção da mão de obra e dinamismo econômico. Segundo o governo estadual, os resultados refletem investimentos contínuos em empreendedorismo e geração de empregos.







