Atualmente, Cuba enfrenta um cenário de incerteza econômica. O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou medidas que, segundo relatos, interromperam o fluxo de petróleo vindo da Venezuela, com o objetivo de pressionar o regime cubano por reformas. Sem novos subsídios externos, o combustível disponível na ilha estaria no final.
A escassez afeta setores estratégicos. Aulas foram suspensas em diversas escolas, hotéis fecharam e voos da Rússia e do Canadá foram cancelados por falta de combustível. Vários países também recomendam evitar viagens não essenciais ao país. Hospitais reduziram serviços e o acúmulo de lixo se espalhou por bairros de Havana. Em meio a apagões frequentes, a população enfrenta dificuldades para adquirir alimentos, majoritariamente importados. O festival anual de charutos Habanos foi cancelado, e a empresa Sherritt International anunciou a suspensão da mineração de níquel e cobalto.
Trump afirmou que o regime cubano precisa abrir sua economia, soltar presos políticos e realizar eleições livres. O secretário de Estado Marco Rubio declarou que o modelo da ilha, antes sustentado por subsídios externos, agora estaria exposto. A congressista Maria Elvira Salazar defendeu o fim de turismo e remessas para pressionar ainda mais o governo cubano.
O presidente do país, Miguel Díaz-Canel, pediu à população que “resista criativamente” diante da escassez. Sem combustível e com a queda do turismo, varias pessoas afirmam que estão avaliando deixar o país. Em Miami, cubanos exilados e descendentes de cubanos esperam a queda do regime comunista da ilha aconteça em breve.







