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No Rio de Janeiro, disputa política agora inclui as vaga do TCE-RJ

A condenação de José Gomes Graciosa pelo STJ abriu disputa nos bastidores do poder no Rio por vaga no TCE-RJ, em meio à indefinição eleitoral no estado.

No Rio de Janeiro, disputa política agora inclui as vaga do TCE-RJ

A condenação de José Gomes Graciosa pelo STJ abriu disputa nos bastidores do poder no Rio por vaga no TCE-RJ, em meio à indefinição eleitoral no estado.
Foto: Reprodução/GramCurso

A condenação de José Gomes Graciosa a 13 anos de prisão e à perda do cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) abriu mais uma disputa nos centros de poder do estado. A sentença, que foi proferida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na semana passada, sacudiu a politica fluminense.

Desde então começaram a especulações para quem ficará com a vaga. Estão informalmente na disputa o Secretário de Estado de Governo, Rodrigo Abel, o deputado estadual Rodrigo Amorim (União) e o poderoso prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli, irmão do presidente em exercício da ALERJ (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), Guilherme Delaroli (PL).

Não seria nada fora do normal, afinal ainda devem abrir mais três vagas para conselheiro do TCE-RJ. A questão é o pano de fundo atual da política do estado.

Em um lado, Eduardo Paes (PSD) nada de braçada nas pesquisas para o governador. Em outro, o Partido Liberal, do governador Cláudio Castro, está ainda tenta definir seu candidato ao governo estadual para as eleições de outubro e ao mesmo tempo o imbróglio da sucessão de Castro quando ele renunciar em abril para concorrer a uma cadeira no Senado Federal.

Neste cenário, as vagas no TCE podem ser tanto margem para manobra, quanto dor de cabeça, depende de como a coisa for conduzida.

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