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Jorginho Mello sanciona lei que proíbe cotas raciais em universidades de Santa Catarina

Governador Jorginho Mello sanciona lei que proíbe cotas raciais em universidades públicas e financiadas pelo estado de Santa Catarina.

Jorginho Mello sanciona lei que proíbe cotas raciais em universidades de Santa Catarina

Governador Jorginho Mello sanciona lei que proíbe cotas raciais em universidades públicas e financiadas pelo estado de Santa Catarina.
Foto: Roberto Zacarias/Governo de SC

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), sancionou na, semana passada, uma lei que proíbe a adoção de cotas raciais em universidades localizadas no estado. A medida se aplica tanto às instituições públicas quanto àquelas que recebem recursos do governo estadual.

Em nota oficial, o governo estadual catarinense informou que a sanção levou em conta fatores como a busca por critérios considerados mais equilibrados no acesso ao ensino superior, a valorização do desempenho acadêmico, além do respeito à decisão do legislativo estadual e a ampliação de oportunidades para candidatos em situação de vulnerabilidade econômica.

O projeto foi aprovado pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) em dezembro de 2025, com apenas sete votos contrários em plenário. A proposta é de autoria do deputado estadual Alex Brasil (PL) e estabelece a vedação de cotas raciais e de outras políticas afirmativas baseadas em critérios identitários nas instituições de ensino superior vinculadas ao estado.

Uma ação popular entretanto, pede a suspensão da norma. A ação foi ajuizada pela deputada federal Ana Paula Lima (PT). No pedido, protocolado na Vara da Fazenda Pública de Florianópolis, argumenta-se que o estado não tem competência legal para proibir políticas que já foram autorizadas por leis federais e consideradas constitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A deputada pedem a suspensão imediata da lei e, no mérito, a declaração de nulidade, sob o argumento de que a medida é inconstitucional.

Em nota, o Ministério da Igualdade Racial expressou indignação com a sanção da lei que acaba com a política de cotas nas universidades estaduais de Santa Catarina. Para a pasta, a medida é inconstitucional e, nesse sentido, anunciou que vai acionar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para analisar as medidas cabíveis.

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